28 de dezembro de 2021

Dicas

Saiba quais são as principais atualizações de algoritmo no google experience

Experiência do usuário: Como ela funciona na prática?

Em inglês user experience (UX) na tradução experiência do usuário, é um conjunto de parâmetros que dizem respeito a interação do usuário com site, página, serviço ou produto, que a depender da qualidade dessa interação, é possível gerar um impacto positivo ou negativo.

A relações dos visitantes com os sites passaram a ser valorizadas, conforme o amadurecimento das estratégias digitais e das empresas, além da mudança no comportamento consumidor no ambiente online.

Mas para que serve o Google Page Experience?

Ele eleva o status do UX mudando de uma preocupação da empresa com o usuário para um aspecto determinante para ranqueamento. Existem outros pontos para a otimização de sites já são conhecidos, como por exemplo:

  • – Sites responsivos e priorização do mobile;
  • – Velocidade de carregamento das páginas;
  • – Navegação segura;
  • – Boas práticas de SEO na construção de conteúdo das páginas e blogs com palavras-chave estratégicas.

 

Mesmo que a qualidade do conteúdo ainda seja um dos principais fatores levados em consideração, a mudança no comportamento do usuário impulsionou as novas mudanças e variáveis no que diz respeito ao ranqueamento, priorizando assim experiências positivas nas páginas.

Com isso, é nesse cenário que o Google Page Experience acabou surgindo com o objetivo de ampliar o foco sobre a experiência do usuário nas páginas, com foco na facilidade de navegação e usabilidade. Sendo assim, alguns itens passam a ter maior atenção, como por exemplo:

  • – Utilização de protocolo HTTPS;
  • – Tempo de resposta para ações do usuário abaixo de 100 milissegundos;
  • – Carregamento da maior parte da página, texto e imagem, abaixo de 2,5 segundos;
  • – Cuidado com elementos que saltam e se desconfigurem da página;

 

Por consequência foram criados também um conjunto de métricas para medir a experiência do usuário nas interações, denominados de Core Web Vitals (métricas essenciais da web), falaremos mais a frente sobre.

Sendo assim, a união dos Core Web Vitals com as determinações já existentes sobre o UX representam a atualização do Google Page Experience, com o objetivo de aprimorar a qualidade de avaliação sobre os sites na lista de resultados.

 

Conheça quais são as métricas de avaliação do Page Experience

Para que você saiba o que é necessário melhorar na experiência do usuário no seu site, é preciso conhecer as métricas do Core Web Vitals. Sendo três: Estabilidade visual da página (CLS Cumulative Layout Shift), desempenho de carregamento (LCP ou Largest Contentful Paint) e interatividade (FID ou First Input Delay).

Vale ressaltar que somente 25% de toda a internet tem os Core Web Vitals dentro do padrão considerado “bom”, de acordo com o Chrome UX Report.

 

CLS – Cumulative Layout Shift

Essa é a métrica responsável por medir a estabilidade visual do layout e foi a mais recente implementação. Ela é utilizada para analisar a estabilidade quando a página é carregada ou rolada para baixo. Este índice deve estar sempre abaixo de 0,1 para garantir uma boa experiência.

A análise diz respeito a botões que flutuam na página, informações que mudam de lugar de modo desnecessário, entre outros itens que prejudicam a navegação. Sendo assim, os sites que possuem muitos banners, anúncios e pop-ups precisam de um olhar apurado para este elemento.

Uma das dicas de boas práticas para melhorar este indicador é definir medidas de altura e largura para imagens e vídeos, o que otimiza o carregamento. Mais uma boa prática é usar atributos para que os textos sejam carregados com fontes padrão.

 

LCP – Largest Contentful Paint

Diz respeito a métrica que mede o tempo para o maior conteúdo visível da página ser totalmente carregado. Para proporcionar uma boa experiência, o site deve iniciar o carregamento em até 2,5 segundos.

Algumas medidas podem ser tomadas para otimizar o tempo de carregamento e melhorar o Google Page Experience, como por exemplo:

  • – Empregar cache e pré-carregamento para partes estáticas;
  • – Usar técnicas para carregar as imagens apenas quando o usuário rolar a página e alcançar essas mídias;
  • – Buscar novos formatos de imagens para minimizar o tempo de carregamento, como o arquivo WebP.
  • – Analisar a hospedagem que, se for compartilhada, pode prejudicar a experiência;

 

FID – First Input Delay

Falaremos agora sobre a interatividade da página. A FID é a métrica responsável por mensurar quanto tempo demora para que um determinado site responda a comandos dos usuários, seja a abertura de aba ou um simples clique.

O ideal é que esse indicador fique abaixo de 100 milissegundos. Para otimizar essa métrica e facilitar a experiência do usuário, o cache do navegador é de suma importância. Outras boas práticas são por exemplo:

  • – Ser amigável para mobile e compatível com todos os tipos de dispositivos.
  • – Reduzir a utilização de arquivos JavaScript e CSS;

 

Outros requisitos previstos para o Google Page Experience

Além das três métricas supracitadas no Core Web Vitals, há outros itens que devem ser levados em consideração nas atualizações do Google Page Experience para promover melhores experiências. Sendo estes:

  1. 1 – Conexão segura: ter um código HTTPS seguro é essencial para os sites, já que é considerado fator de ranqueamento pelos buscadores e para experiência do usuário.
  2. 2 – Navegação sem empecilhos: os usuários devem conseguir navegar sem conteúdos maliciosos, como malwares, ou enganosos, como phishing.
  3. 3 – Elementos intrusivos: os banners e pop-ups podem atrapalhar o caminho do usuário para obter as informações desejadas. Isso faz com que ele desista da navegação. Então, tais elementos são negativos.

Você e sua empresa estão prontos para a atualização do Google Page Experience?

Com essa atualização no que tange a valorização da experiência do usuário, fica claro e cristalino a necessidade de olhar profundamente o seu site para adequação das páginas.

E para se preparar para o Google Page Experience, deixamos aqui algumas  extensões, estratégias e ferramentas que podem ser utilizadas, como por exemplo, o Google PageSpeed Insights, Lighthouse, Chrome UX Report, Google Search Console, e até mesmo a extensão Web Vitals.

Entretanto, uma boa opção para quem não consegue se debruçar sobre esse tema é contar com uma agência de marketing digital especializada nas melhores práticas do mercado para SEO e otimização de sites, como a Alfama Web.

Temos profissionais qualificados para fazer a análise do seu site atual, recomendar as mudanças necessárias e realizar as otimizações, ou até construir um novo site do zero.

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